Eu escolho você.

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          Em cada esquina, o que mais mais podemos encontrar, são pessoas que se orgulham por estar em um relacionamento conturbado.  Não estou julgando, eu também já assumi minha atração por sentimentos mal resolvidos. E você, provavelmente, também deve se enquadrar em alguma dessas opções. É óbvio que todo mundo quer um amor tranquilo, alguns com sabor de fruta mordida, outros, no embalo da rede matando a sede com o sabor da saliva. Mas entre querer, fazer por merecer e fazer acontecer, existe uma grande distância. A realidade é que existe a crise aqui, o ciúmes ali e o revanchismo lá. O que era para ser uma das coisas mais lindas do mundo, acaba sendo um peso por muitas vezes, insustentável por algum dos lados. Bom, você também já deve ter enfrentado um término de relacionamento. Sofremos litros, choramos litros e bebemos litros. E quem disser que não faz essas três coisas, está sendo um tanto quanto, hipócrita. Achamos que vamos morrer e assim descobrimos, que a vida sempre continua e que ninguém morre de amor. Percebemos então, que estamos mais leves. Chega a hora de reconhecer e aceitar, que você não é diferente de ninguém. E que assim como todo mundo, carrega todo o peso do amor e todos os outros sentimentos que caminham juntos com ele. Que a vida é feita de escolhas, todo mundo já está careca de saber. Estar em um relacionamento destrutivo, também faz parte de uma escolha absoluta e exclusiva sua. Um dia você descobre, que o amor sozinho não sustenta absolutamente nada. Cumplicidade, lealdade, companheirismo e um bom sexo, são apenas alguns dos primordiais elementos que podem fazer dar certo o relacionamento. Mas lembre-se, são apenas alguns elementos, ainda faltam muitos. Por ser uma incerteza, o término sempre vai ser dolorido. Acordar e começar algo novo dá medo, porque envolve nosso comodismo. Nunca sabemos o que nos espera. Talvez, teremos um encontro marcado com a solidão. Mas eu espero, que você consiga manter o equilíbrio e o controle necessário, para te fazer sentir muito leve. A ponto de querer voar para bem longe, e não querer mais voltar. Conseguindo enxergar, que a vida é muito curta para perdermos tempo com essa enrolação de morde e assopra, de tapas e beijos. Eu que sempre fui medrosa, agora aprendi a me jogar sem pensar no talvez. Escolho hoje: O destino imperfeito, carne e osso, pele e boca, coração, e claro, com muito amor. 

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